sábado, 30 de outubro de 2010

Você imagina qual o local mais fotografado do mundo?

  Com tantos locais bonitos para serem fotografados, tantas opções por este mundão afora, poucos sabem qual é o local mais fotografado do mundo no último ano, isso mesmo, poucos sabem, vamos ver se alguém consegue acertar.


Seria a Torre Eiffel?



Ou o Big Ben?



Poderia ser o Trafalgar Square?



Poderia ser o Apple Store em Manhattan?


 E a sua última opção é a Ferroviária de Cambará no Paraná, será?


Em breve trago a resposta.


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Fotografia é técnica ou arte?

A técnica sem a criatividade, ou a criatividade sem nenhuma técnica será que funciona??

Estou aprendendo a tirar fotografias, é um hobby que sempre gostei muito, mas com a falta de tempo e equipamento, nunca pude me aprimorar. Agora estou conseguindo começar a engatinhar nesta área, que foi aonde tive meu primeiro trabalho, ajudando um fotógrafo de casamentos, quando eu tinha apenas 13 anos, e trabalhei com ele por quase 2 anos. 

Apesar do patrão ser um ótimo fotógrafo, não era um bom professor, ele só me usava para segurar o flash e pronto. Pedi para aprender a fotografar também, mas ele deve ter achado que eu ainda teria muito tempo para isso, não foi o que aconteceu, mudei de emprego e parti para outra área.

Agora com 38 anos,com  um pouco de tempo a disposição e um equipamento para iniciar,  estou conseguindo estudar, pesquisar,ver e fotografar, espero que consiga me aprimorar e fazer fotos, que um dia, alguém considere arte.





quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O CLUBE DO BANGUE BANGUE (fotos)






O CLUBE DO BANGUE BANGUE

Introdução do livro

O período compreendido entre a libertação de Nelson Mandela, em 1990, e sua eleição para presidente, em 94, foi um dos mais violentos da história da África do Sul. A euforia gerada pela libertação do líder negro foi acompanhada de uma intensa onda de terror. O governo branco sustentava que os distúrbios eram fruto da luta travada entre o CNA (Congresso 
Nacional Africano), de Mandela, e o Inkatha, partido separatista zulu. Anos depois, ficaria provado que os assassinatos eram planejados pelo governo a fim de abalar a sustentação do CNA e impedir a vitória do partido na primeira eleição em que brancos, negros e coloured votariam em igualdade de condições.
 
Trabalhando para jornais do país e agências internacionais, os amigos Ken Oosterbroek, Kevin Carter, João Silva e Greg Marinovich fotografavam os conflitos na periferia de Joanesburgo. Os quatro ganharam um apelido de uma revista sul-africana: Clube do Bangue-Bangue - rótulo a que resistiram inicialmente, mas que terminaram por assumir.

As fotos do Clube contribuíam para chamar a atenção do mundo para o que ocorria na África do Sul e receberam prêmios internacionais, como o Pulitzer. Mas os quatro fizeram, cada um a seu modo, uma descida aos infernos. Unidos pela terrível experiência de registrar os massacres, eles experienciaram um profundo dilema ético: quando se presencia um assassinato, é melhor socorrer a vítima ou fotografar? Dilacerados pela violência extrema e pela obstinação em obter a melhor foto, cumpriram trajetórias distintas, mas marcadas pela mesma dificuldade: lidar com a impossibilidade de registrar os acontecimentos e, ao mesmo tempo, ajudar as pessoas em perigo.
 
Ken Oosterbroek morreu durante uma batalha na cidade-dormitório de Thokoza, em 1994. Kevin Carter suicidou-se aspirando a fumaça de seu carro. O sul-africano Greg Marinovich e o moçambicano João Silva sobreviveram, e refazem em O Clube do Bangue-Bangue uma história que permite entender os lances mais violentos de um combate selvagem e dá contornos tão humanos quanto dramáticos ao dia-a-dia de um correspondente de guerra.

 Este livro é de grande importância para os estudantes de jornalismo, pois ali se encontram lições importantes para quem quer ser repórter ou repórter fotográfico. 

O livro " O clube do bangue bangue" narra a história trágica da  África do Sul no período de 1990 a 1994, este foi o tempo de duração da soltura de Mandela até a primeira eleiçao democrática do país. Estes acontecimento causaram mais de 14 mil mortes.

Um dos aspectos mais importantes para os estudantes de jornalismo é a questão ética da profissão. Em uma das partes mais interessantes do livro, o fotografo Greg conta que ao tentar fotografar uma criança de nove meses que foi morta com uma facada na cabeça (e a lâmina ainda estava lá) ele encontrava dificuldade para encontrar a luz necessária, e pediu para que a tia da criança ficasse em frente da janela para impedir a entrada do sol, o que permitiria, enfim, que a foto fosse feita. Mesmo assim ele mostra seu descontentamento, dizendo que foi um erro ter manipulado a cena daquela forma. Bom, se esse fosse o único problema ético do jornalismo, até que estaria ótimo.



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Colorido ou preto e branco?

As fotos coloridas conseguem mostrar cada detalhe desejado pelo fotógrafo, consegue mostrar o que se via de forma natural e agradável, nos mostra a imagem que queríamos guardar em nossas mentes.

A foto preta e banca, é mais charmosa, causa mais nostalgia e pode ir do clássico ao dramático, na mesmo imagem dependendo do seu contexto.

As cores realçam a vida e alegria nas fotografias.

O preto e branco da um toque de saudade, de sentimento, de classe.


fotos by Alex Quirino

sábado, 16 de outubro de 2010

Tem medo de altura?




Charles C. Ebbets era um fotógrafo dos anos 30, que registrou imagens espetaculares, mas arrepiantes, pelo simples fato da altura que foram feitas, e pela falta de segurança que os trabalhores se sujeitavam para ganhar a vida.

Ele acompanhava o dia a dia dos trabalhadores na contrução de um arranha-céus, o fotógrafo e os trabalhadores não tinham a miníma condição de segurança. Ebbets tornou suas fotografias famosas pelos locais e momentos em que foram retratadas, pois suas fotos serviram para denunciar a falta de segurança dos trabalhadores.





Entre o medo e a luta pelo seu ganha pão, esses homens escolheram arriscar a vida para sustentarem suas famílias. Analisando essas fotos, que foram tiradas por volta de 1930, consegue-se imaginar, quantos homens morrerão para que grandes cidades americanas fosse construídas.

Baixa de guerra.



Esta imagem estampou a primeira página de mais de 60 jornais pelo mundo em setembro de 2007. O cinegrafista japonês Denji Nagai, mesmo após ter sido atingido, continuo a registrar a repressão das tropas birmanesas contra o protesto em Yangun, Mianmar, país asiático. Nagai morreria mais tarde.

O repórter fotográfico Adrees Latif, registrou o fato sem pestanejar, e ganhou o prêmio Pulitzer por esta imagem e fez o seguinte comentário, ao saber do prêmio: 

“Para muitas pessoas, ver esta foto publicada mundo afora pode ter tido alguma influência e este é o meu maior prêmio. É por isso que eu quis ser repórter fotográfico. Para tentar influenciar mentes por meio de fotografias”. Ele ganhou na categoria "Fotografia de Última Hora".

Nascido no Paquistão, e desde os 7 anos nos Estados Unidos, Latif, aos 34 anos, acredita que a experiência de vida o fez "um jornalista melhor". E disse que jamais esquecera a cena que registrou do colega agonizando.

Coragem de Mãe



Esta fotografia ganhou o prêmio Pulitzer na categoria de atualidade, foi feita por Oded Bality, que registrou a cena de uma judia, que sozinha se esforçava para parar o exército israelense que esta ali para retirar os colonos ilegais da Cisjordânia.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O Último Judeu de Vinnitsa


É difícil acreditar que este fato aconteceu um dia, mais difícil  é saber que o ocorrido foi há pouco mais de 50 anos, no ano de 1941, na cidade de Vinnitsa, Ucrânia, era executado a beira de uma vala o último habitante da cidade, que eram na época mais de 28 mil judeus, o autor da foto é desconhecido.

As provas que o nazismo foi um dos maiores erros da história do mundo, estão aos montes, para quem quer saber. Como uma nação forte se deixou manipular por um louco chamado Adolf Hitler, e executaram os atos mais cruéis da história da humanidade. Hitler foi o maior manipulador de massa que o mundo já teve, pena que era um imbecil e usou de seu dom para plantar ódio e preconceito.

Ainda existe indicios de nazismo por todo o mundo, infelizmente acho que isso nunca conseguirá ser extirpado da sociedade, pois a maldade as vezes vem impregnada na alma de algumas pessoas.




terça-feira, 12 de outubro de 2010

Uma vitória a cada dia

























Esta foto deu o Prêmio Pulitzer para fotografa do jornal Sacramento Bee, Renée C. Byer, ela registra Cyndie, a mãe, que conduz o filho Derek, de 10 anos pelos corredores do Centro Médico UC Davis, no dia 21 de Junho de 2005. A criança esta a espera de uma extração da medula óssea, para descobrir se ainda é possível receber um transplante de células estaminais. A única esperança de vencer um raríssimo e agressivo tipo de câncer.

O final desta história infelizmente não foi o melhor, 10 meses após este registro, Derek morria em casa nos braços da mãe. Cyntia sem nenhum apoio financeiro, entrou em falência durante o tratamento, sem poder trabalhar, para cuidar do filho, acabou por sobreviver graças a ajuda dos vizinhos.

Depois da morte de seu filho, Derek, Cyntia fundou uma associação sem fins lucrativos com objetido de conseguir apoio financeiro para quem não consegue bancar o tratamento, segundo ela, uma promessa feita ao filho. O nome desta associação é Derek´s Wish.


Numa situação destas o tempo é crucial, e Cyntia escolheu se doar totalmente ao filho durante este período que ainda teve com ele, aproveitando para dar a Derek todo o amor que era possível.